quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Agosto


E no céu ainda vejo
Gorjear,
Desta minha conversão
Como uma frase feita

Arranha a garganta
Dê seu tom,
E não tenhas Dó,
Ave de rapina

Que tão doce
Desenrola, as correntes
Meu ópio,
Da mais fina dor

Já não poupe as soluções
Gosto quando rabisca os segundos,
Que se domestica,
E aos nossos corpos,
Na malicia de nosso viver.
26/05/2014,
 Livro: 1.205 F: 251

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