quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Lei Áurea


E se somos vitimados
A esta cegueira, é que se diz 
Que haverá um risco, disperso
Para o infinito

Aonde adormece o dia 
E ao teu ser possante 
Passeia a noite
Que no dispor,

Deste principio,
Sei que a cada pé desta estrada
E nos teus ombros eternos
Olhando ao seu olhar

Sei de cór,
A lua de passagem, 
O encontro, que rouba do efêmero,
Pego carona, e peço que me leves! 
Assim de ultra-leve, no transpor
De teu cativo.

Livro: 1.205 F: 251

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