A cartomante
E tudo se faz sentido
Num desatino
Teus passos incertos
A dizer,
Que toda beleza
Tens o troco com
Um níquel de tostão
Deste espelho
Toda a iniquidade
Vens com a censura
Dos raios de sol
A revelar teus cabelos
E todas as manhãs
ao longe daqui
Um bom dia, para me socorrer
As tuas prisões,
O colossal de estrelas.
Livro: 1.205 F: 251
Nenhum comentário:
Postar um comentário