Eternamente
Há de imperar,
O ar que se fez nascer
Aqui, dentro do peito
E se como miragem
Vens abrigar,
Assim lhe recebo,
Doido de desespero
Pois se teu cheiro
Se desvirginar,
Vou mergulhar no segredo
De tuas mãos,
E aqueles olhos candis
Logo vens, a devorar
O traduzir, que há Vida
Quando se tens o ilhar
De nossos corpos.
Livro: 1.205 F: 251
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