No abismo,
Que vens a chegar
Lua bonita,
Ressoa teus sinais
E sem me distrair
Ao beber de teus lábios
Escuro espelho
Aos outonos,
Desfolham mistérios
Tua cintura, o vislumbre
De meu amado regresso
O que queres?
Aqui jaz em meu leito
Debruço em teus seios
Apalpo o silêncio
Que virtua
De tuas mãos
Assim a vida cruza ao
tempo, nossa primavera
Que jamais se cessaria.
Livro: 1.205 F: 251
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