Da noite, tens o penar
Que a alimenta
Essa vontade louca
O que antes era pesar
Hoje adormece,
No desfecho,
Que fizeste de ti
O meu bem querer
E que a quimera
Se preencha de teus braços
Brando, rochoso
Feito um sonho
E o tempo da colheita
Se desperta!, assim lhe tenho
Ao meu peito,
No nosso disperso infinito.
Livro: 1.205 F: 251
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