Eu espero,
Que ao desfigurar
Nossa face sobre a multidão
Se chova,
E sem motivo aparente
Te cubras um sorriso
De peito aberto,
O árbitro, que por cá ficou
Os três apitos a revelar
Que ao mergulhar,
Costão de pedra brava..
Se..desventurar nossas mãos
Fere, mas não mata
Pois no teu olhar..
Navego se preciso for
Pois nos vela, com afeto, a eternidade.
Livro: 1.205 F: 251
Nenhum comentário:
Postar um comentário