Carrossel
Os trigos que semeei
Queria eu!
E se junto aos lobos
Semear,
E os grãos
A se germinar
Dar te-ei
O nó das paralelas
É,
Para não haver descompassos
Nossos passos
Sem luta!,
E neste carrossel
De pés descalços
E corpos febris
Nos ancorou.
25/02/2014, Livro: 1.205 F: 251
O estilo peculiar qual tu constrói a alegoria destes teus poemas é, de longe um dos melhores momentos do meu dia, poder me deleitar a leitura destes teus versos, continue sempre, sem nunca desaminar.
ResponderExcluirBoa noite.