quinta-feira, 15 de maio de 2014

Carrossel


Os trigos que semeei
Queria eu! 
E se junto aos lobos
Semear,

E os grãos 
A se germinar
Dar te-ei
O nó das paralelas

É,
Para não haver descompassos
Nossos passos
Sem luta!,

E neste carrossel
De pés descalços
E corpos febris
Nos ancorou.

25/02/2014, Livro: 1.205 F: 251

Um comentário:

  1. O estilo peculiar qual tu constrói a alegoria destes teus poemas é, de longe um dos melhores momentos do meu dia, poder me deleitar a leitura destes teus versos, continue sempre, sem nunca desaminar.
    Boa noite.

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