sábado, 24 de maio de 2014

O formigueiro


Eis que finda,
O horizonte, nesta relva
E se milésimos dias
A compõe, nascida da Lua

E o translúcido Sol
Nos  veda,
Assim posso descrever,
O que nos refrigera,

Num gosto ímpeto
Que seu tamanduá, sobre este
Formigueiro,
Há uma peneira

E que o ferro não os fere,
Descende ao maná
E enraíza, as sementes
De nossa cidadela.

23/02/2014, Livro: 1.205 F: 251.

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