E nos governa,
A cada por do sol
Essa força, que das embarcações
Nos herda,
As veredas, e vens
Sem lembrar
Das chaves,
E o vento, nos lança
Sobre as venetas
Que nos exige que abona nossas
Existências..
Que a um só!,
Somos um colossal
Que não seja quimera
Na corrente fadiga,
E deixa pesar!, teu colarinho ao meu.
10/03/2014, Livro: 1.205 F: 251.
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