sábado, 14 de junho de 2014

Acalanto


E nos governa, 
A cada por do sol
Essa força, que das embarcações
Nos herda,

As veredas, e vens
Sem lembrar
Das chaves,
E o vento, nos lança

Sobre as venetas
Que nos exige que abona nossas
Existências..
Que a um só!,

Somos um colossal
Que não seja quimera
Na corrente fadiga,
E deixa pesar!, teu colarinho ao meu. 

10/03/2014,
  Livro: 1.205 F: 251.

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