segunda-feira, 16 de junho de 2014

Líbido


E hoje,
Posso querer-te
Assim, por nada dizer..
Tenho sede!,

De nossa doida esperança,
E no silêncio
Fantasiar teu lábios,
Ser cúmplices dessa trama

E nunca deixar se perder
Noutra alvorada
E toquem o clarim
Desvairado

É que lhe tenho
Tanto apreço,
Quem dera, grita-los
Nesta cobiça, i-m-o-r-t-a-l.

07/03/2014, 
 Livro: 1.205 F: 251.

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