domingo, 1 de junho de 2014

João e o pé de Feijão


E nesta babilônia,
Nossos laços se realinha
De uma forma tão branda!
Que tens o dom!,

De planta dormideira
Que nasce na beira 
Deste rio,
E a nos banhar

Nos oferta,
Que nada é "dor"
E a saciar esta gula
Que se fez chover no sertão

Tão leviano
Que surge a noite a nos casar
Num árido,
Sentir dourado.

05/02/2014Livro: 1.205 F: 251.

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