E nesta babilônia,
Nossos laços se realinha
De uma forma tão branda!
Que tens o dom!,
De planta dormideira
Que nasce na beira
Deste rio,
E a nos banhar
Nos oferta,
Que nada é "dor"
E a saciar esta gula
Que se fez chover no sertão
Tão leviano
Que surge a noite a nos casar
Num árido,
Sentir dourado.
05/02/2014, Livro: 1.205 F: 251.
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