Maresia
E se por aí, for a rondar
Só peço que guardes
O apertar de nossas mãos
Não sei o que mim
Pudera, em pousar
Uma verdade tola
Se há tanta certeza
Sobre teus ombros
Que faço confissões
Ao meu íntimo
E só nos maltrata, ao transformar
Dessa juventude
Que vadio, se bebe
Num doce tormento
Que nunca se esvaece
E vens a serenar, e renasce
Num gosto perpetuo.
20/05/2014,
Livro: 1.205 F: 251.
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