E jogo as chaves
Se tens o notar
Que adentro de meu âmago
Transborda esta queixa,
Que se isso, é aquilo
És tu quem me valha!,
Dá asas a serpente
Que nesta balada arrastada
Se eterniza
E nosso rir incerto,
Se depara ao escudo de teus olhos
Que é feito lâmina,
Rasga o dia,
E se perpetua,
A toda gratidão, e nos sustenta
E de um não mais regresser.
07/06/2014, Livro: 1.205 F: 251
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