quarta-feira, 23 de julho de 2014

Bandeira branca


E observamos a cada cessar
E se  vejo que és tu,
Que habita no centro
Deste meu ser

Declamo a dependência

De quão ao precioso o valor
Numa quase ganância
Que vens a nos tirar

O folego,
E adorar-te assim,
Para nunca mais se perder
Aos ponteiros,

Que antes erravam
Hoje se estanca
Ecoa no ritmo de nossos braços 
Que se pôs a se casar

E liquidificador
Do tão somente antidoto
Que se tens a beber
De nossos lábios.

02/04/2014Livro: 1.205 F: 251.

Nenhum comentário:

Postar um comentário