E sobre teus moinhos,
Como neon,
Se domina!, só não duvides..
De cada raiar que nos traz
E que muito nos corteja
Que não há!,
Noutro canto,
Quem se questiones!
Quão frágil tremor
Que se convence o orgulho
Se tens como refrigério
Em nossas vértebras
Numa forma
Que és de tão bem- dito
Feito um por- do- sol
Que se dispõe,
A decorar nossos lábios.
30/03/2014, Livro: 1.205 F: 251.
Nenhum comentário:
Postar um comentário