sexta-feira, 11 de julho de 2014

O despertar Alfa


E teu rir,
Que se tens o parecer de asas 
E quando o calar de nossas mãos
Nos dá conta,

Que haverá só o hoje
E numa dita matiz
Daquele teu olhar 
Que nos corrompe

A toda gratidão
E só se  reprime, 
A este teu jeito, verde de ser
E  quem me dera,

Que aos trocadilhos
Da fluência das nuvens!
Logo desabafa!
A nos  afagar, de tanto

Que prendes!, 
Ao desembaraçar
De nossa correnteza.

28/03/2014,  Livro: 1.205 F: 251.

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