O despertar Alfa
E teu rir,
Que se tens o parecer de asas
E quando o calar de nossas mãos
Nos dá conta,
Que haverá só o hoje
E numa dita matiz
Daquele teu olhar
Que nos corrompe
A toda gratidão
E só se reprime,
A este teu jeito, verde de ser
E quem me dera,
Que aos trocadilhos
Da fluência das nuvens!
Logo desabafa!
A nos afagar, de tanto
Que prendes!,
Ao desembaraçar
De nossa correnteza.
28/03/2014, Livro: 1.205 F: 251.
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